domingo, 29 de junho de 2014

Como funcionam as redes Wi-Fi?

Frequentemente nos deparamos com pessoas em aeroportos, bibliotecas, restaurantes, etc. utilizando dispositivos eletrônicos, como, por exemplo, notebooks, para acessarem a internet sem utilizar cabos para a conexão.
A chamada rede Wi-Fi é uma rede sem fio (também chamada de wireless) na qual podemos ter acesso à internet apenas por sinal de ondas de rádio, assim como as televisões e os celulares, não sendo necessária a utilização de fios conectores.


As ondas de rádio são ondas eletromagnéticas (formadas pela combinação dos campos elétrico e magnético que se propagam no espaço perpendicularmente transportando energia) utilizadas pelas emissoras de rádio.
Basicamente, nos locais onde há sistemas que fazem uso de ondas de rádio, um circuito elétrico é o responsável por provocar a oscilação de elétrons na antena emissora. Estes elétrons são acelerados e, em virtude disso, emitem ondas de rádio, as quais transportam as informações até uma antena receptora.
As redes Wi-Fi, utilizadas para fornecer acesso sem fio à internet, operam de forma análoga: um adaptador (sem fio) para computadores capta as informações e as traduz na forma de sinais de rádio, as quais são transmitidos com o auxílio de uma antena.
O roteador (também sem fio), cuja função é realizar a distribuição dos sinais da rede, além de "escolher" o melhor caminho para o envio de um conjunto de dados, é quem recebe o sinal e o decodifica. É ele quem envia as informações para a internet usando uma conexão (com fios), a Ethernet, responsável pela interconexão de redes locais.
É válido salientar que o processo inverso também pode ocorrer: o roteador pode receber as informações da internet, traduzi-las em sinais de rádio e enviá-las para o adaptador.

Fonte: Sofisica.com.br  

PARÓDIA PLANO INCLINADO


Vídeo aula sobre as 3 Leis de Newton




quinta-feira, 5 de junho de 2014

Os Fenômenos Naturais mais Lindos



Escolhi os fenômenos da natureza a seguir como sendo os mais lindos, conheça-os e se encante também :)



1- Gelo de bolhas inflamáveis: bolhas de metano congelado, presas debaixo do Lago Abraão de Alberta.





2 - Uma lareira a gás em Turcomenistão acidentalmente acesa por cientistas em 1971 e ainda em chamas.






3 - O Relâmpago de Catumbo, que ocorre durante 140 a 160 noites por ano, 10 horas por noite e até 280 vezes por hora.





Tempestades sujas, também conhecidas como relâmpagos vulcânicos, ocorrem quando um raio é produzido numa nuvem vulcânica.






Nuvens Mammatus, ou “nuvens mamárias” ou ”nuvens de mama”: um termo de meteorologia aplicado a um padrão raro de bolsas penduradas por baixo na base de uma nuvem.








Nuvens estratosféricas polares: também conhecidas como nuvens nacaradas (de nácar, ou madrepérola, devido à sua iridescência).







Chaminés de neve no Monte Erebus, Antártida: o vulcão ativo mais ao sul da Terra.







Flores de geada: cristais de gelo comumente encontrados crescendo sobre gelo recente do mar e lago fino de gelo no frio extremo, em condições calmas aproximando -22C ou -7,6F.







Gelo de bolhas inflamáveis: bolhas de metano congelado, presas debaixo do Lago Abraão de Alberta.












Lago Natron da Tanzânia: um lago de sal alimentado pela riqueza de minerais termais que é a única área de reprodução normal no leste da África para os 2,5 milhões de flamingos-pequenos.





Lago Manchado salino alcalino endorreico do Canadá: contém algumas das maiores quantidades de sulfato de magnésio, cálcio e sódio.







Nuvens estratosféricas polares: também conhecidas como nuvens nacaradas (de nácar, ou madrepérola, devido à sua iridescência).






Undulatus asperatus ou “ondas ásperas ou agitadas”: esta formação de nuvens tem sido proposta como uma classificação de nuvem separada pelo fundador da Sociedade de Apreciação das Nuvens e seria o primeiro novo tipo de nuvem reconhecido desde 1951.





Ondas bioluminescentes em uma praia nas Maldivas: várias espécies de fitoplâncton são conhecidas por bioluminescência; quando molhadas em terra pelas marés, a energia química é transformada em energia luminosa.





O pilar de luz parece uma coluna fina que se estende na vertical acima da fonte de luz. Eles são conhecidos por produzirem falsos relatos de OVNIs.



Pilares de luz: um fenômeno óptico formado pelo reflexo da luz do sol ou da lua por cristais de gelo que estão presentes na atmosfera da Terra.








Pilares de luz: um fenômeno óptico formado pelo reflexo da luz do sol ou da lua por cristais de gelo que estão presentes na atmosfera da Terra.



domingo, 1 de junho de 2014

Crianças morrem esquecidas dentro de veículos - Cenas fortes!

Nunca deixe um bebê trancado dentro de um carro! Em menos de 15 minutos o oxigênio acaba, a temperatura e a pressão aumenta e a criança fica pálida morrendo em seguida.

Vídeo aula sobre ondas sonoras


EQUAÇÃO DOS GASES

Através da equação de Clapeyron é possível obter uma lei que relaciona dois estados diferentes de uma transformação gasosa, desde que não haja variação na massa do gás.
Considerando um estado (1) e (2) onde:
Através da lei de Clapeyron:
esta equação é chamada Lei geral dos gases perfeitos.
Assista ao vídeo com a paródia feita pelas alunas do 2B sobre a fórmula da equação dos gases :)

História da Física

 
Desde os primórdios da humanidade, o homem tenta compreender a natureza, o seu destino e a utilidade de tudo o que nela existe.
Os gregos foram os primeiros a criarem uma teoria concreta sobre este assunto que tanto interessava os grandes pensadores da época. Atualmente, a física, ou filosofia natural como era chamada, é de interesse de todos e está presente em praticamente tudo o que nos cerca.

Dilatação térmica linear ou dilatação linear

Quando aquecemos um corpo, aumentando sua energia térmica, aumentamos o estado de agitação das moléculas que o compõem. Estas moléculas precisam de mais espaço e acabam se afastando uma das outras aumentando o volume do corpo. Este fenômeno é conhecido como dilatação térmica. A dilatação térmica ocorre não só quando aquecemos um corpo, mas também quando o resfriamos.

Nos corpos sólidos a dilatação ocorre em todas as direções, mas, esta dilatação pode ser predominante em apenas uma direção e, quando isto acontece temos uma dilatação térmica linear ou, apenas, dilatação linear.

Dilatação térmica linear: quando a dilatação é predominante em uma direção, como podemos ver na imagem abaixo:
Para calcularmos a variação de comprimento do corpo que sofreu a dilatação linear utilizamos a seguinte equação:

∆L = L0 . α . ∆T

Onde:

∆L: variação de comprimento do corpo que sofreu a dilatação linear.
L0 : comprimento inicial do corpo.
α: coeficiente de dilatação térmica do material que constitui o corpo.
∆T: variação de temperatura sofrida pelo corpo.

Vamos estudar um exemplo de dilatação linear:

Um trilho de aço tem 100m de comprimento a 10°C. Qual o acréscimo de comprimento desse trilho quando a sua temperatura chega a 30°C?
(dado: coeficiente de dilatação linear do aço: αaço=1,1 . 10-5 °C-1)

Resolução

L0 = 100m
∆T = 30 °C – 10 °C = 20 °C
αaço=1,1 . 10-5 °C-1
Aplicando a equação ∆L = L0 . α . ∆T , podemos encontrar a variação de comprimento do trilho:

∆L = L0 . α . ∆T
∆L = 100. 1,1 . 10-5 . 20
∆L = 0,022 m (acréscimo de comprimento do trilho)



Fonte: Efeitojoule.com